terça-feira, 5 de outubro de 2010

Quero fazer o bem e não sei a quem?



Gostaria de fazer o bem
Mas por vezes porem.
Fico triste também!
Tenho até vontade de desistir
Ser mau e não retribuir. Não dar! Não distribuir.
Deixar de rir e sorrir.
Quanto mais eu mais me baixo, mais o rabo se vê!
Sinto que sou uma semente que não brota!
Quero rir. Quero falar.
È este o meu segredo.
Fazer o bem e distribuir a riqueza que Deus me ensinou.
Deus sem rosto sem religião Divisível por todos. Crentes e não crentes
Tenho o coração impregnado de dor. Dor que foi infligida por quem quer estar fora
Sinto que estou entre a espada e a parede.
E trilho caminhos que te encaminham. Coloco candeeiros verdadeiros
Lâmpadas que eu apago.
Mas nas poucas que restam acesas Conto os amigos verdadeiros
São as restais da surpresa.
De uma toalha sobre a mesa que espera por alguém.
Vivo num mundo de pessoas sedentas de inveja! Uivam à minha passagem e barram a bondade que eu quero espalhar.
Quero fazer o bem e não sei a quem?
Cheguei à conclusão que tenho tanto para aprender!
Mas sei porém! Que quem mais faz o bem. È quem mais precisa
Será que faço parte de uma herança indivisa.
Quem será que me avisa? Só sinto que alguém me pisa!
Gostaria porém
Que um dia aparecesse uma fada que me transforma-se num tesouro que flutua-se no ar.
Quem me quer apanhar?
Sou um piloto dos sonhos que cai no engodo do mal.
Sou um luar de uma note nublada. Que quer fazer o bem.
Mas a quem desejam mal!
Quando estou só choro! E deixo as estrelas e parto!
Distribuo tempestades e castigo a avareza.
E faço nascer as verdades.
Queres que eu faça o bem?
E tens algo para me dar.
Um sorriso um agradecimento. Um alegre sentimento
Sinto essa necessidade!
Sou uma das pedrinhas que saiu debaixo do calhau.
Sou o amor que já não conheces
Sou uma fonte sem água!
Quero matar a sede e não tenho esse poder.
Estou tão perto e sinto que estou distante.
Se não estás receptivo? Adeus que me embora.
Parto! E por mais que procure?
Não encontro nenhum porto nem nenhum local de embarco.
Deixo-te as tempestades e levo comigo a bondade.
Não existe receptividade.
Risco o teu nome do meu livro
E viro a página do livro da realidade
E enterro a caneta do destino.
O teu mundo é diferente da perfeição
È um mundo de ilusão. Barco que navega sem mastros
Fica livre o caminho. Pelo menos essa é a esperança?
Vejo ao longe os cachos de cabelos que se agitam e que não pedem nada
E eu? Semeio trigo e nasce cevada.
Por isso sinto que já não faço aqui nada!
Sou um fim de estação.
Vou para aonde?
Vou para o FIM.

@BomNorte2010

1 comentário:

Lisa disse...

:-) sem notares já andas a fazer o bem :-)))